08 jun AS DIVERSAS FACES DE TAEYONG
Finalmente tivemos o debute solo, COM ALBUM, de um membro do NCT! E nada melhor do que começar com nosso líder Lee Taeyong, não é mesmo?
No dia 05 de junho Taeyong fez seu debute solo com o primeiro mini álbum intitulado ‘Shalala’ e durante quase um mês pudemos ver diversas versões dele nas promoções do álbum. Já no primeiro trailer divulgado, Taeyong se desdobrava em diversas faces de si mesmo (completamente lindíssimo em todas elas!).
Conforme os dias iam passando e novos teases e concepts eram divulgados, nos deparávamos com um Taeyong mais ousado, mais certinho, mais calmo, mais agitado e mais excêntrico também. A questão é que quando o álbum foi lançado e o MV de ‘Shalala’ finalmente foi divulgado, conseguimos entender e ver todas essas versões, em um vídeo que entregou conceito e uma música completamente única.
E agora vamos destrinchar um pouco esse mini álbum e cada uma de suas músicas!
Uma observação aqui: esse texto está sendo escrito completamente pela visão da redatora, carregando assim minhas opiniões próprias, e não da fanbase como um geral. Espero que gostem!
Começando pela title, ‘Shalala’. A música que leva o nome do mini álbum é um rap bastante diferente, mas que expressa o Taeyong em cada batida! Uma música fora do convencional, mas que com o MV e o conceito do álbum, fica completa. A letra também traz bastante sentido para o conceito, afirmando que o protagonista é uma pessoa com um estilo diferente e incrível e que, independente do que aconteça, ele será sempre o número um e o melhor, do seu jeito e com seu próprio estilo. E vamos combinar né, isso realmente faz jus ao Taeyong.
Uma das coisas que mais marca ele é o estilo diferente que sempre gostou de mostrar, com roupas, acessórios e sapatos bem fora do convencional e músicas mais diferentes possíveis. Isso também é mostrado no MV, que traz todas aquelas faces à tona, de uma forma que, no começo, achei bastante confuso, mas com o andar do MV e da música tudo começa a se encaixar e fazer bastante sentido.
Cada música desse mini álbum é completamente diferente uma da outra, mostrando a versatilidade de Taeyong em compor e produzir suas canções. Seguindo a ordem com que são apresentadas no álbum, a próxima música é ‘GWANDO’.
A letra de ‘Gwando’, que tem o significado de “desistir”, é a expressão de sentimentos de uma pessoa que tenta se convencer de que ela não quer e não precisa mais estar com uma pessoa. No início parece que ele acabou de conhecer a pessoa e tenta se convencer de que o melhor é não ficar com ela, mas em seguida, com o desenrolar da canção, dá para perceber que provavelmente a pessoa já teve uma história com alguém que amava, mas que em algum momento sofreu e que agora o melhor é desistir e seguir em frente.
Essa música tem um ritmo mais calmo, mas que também encaixa perfeitamente com o estilo do Taeyong. Assim como as demais músicas do álbum, ela ganhou um vídeo short no YouTube, que conta um pouquinho dessa história mudando do modelo live action para animação.
‘Move Mood Mode’ é uma canção com participação especial da Wendy, integrante do Red Velvet. E diferente da música anterior, a letra dessa aqui já é como uma declaração, onde ele tenta dizer para a pessoa que tudo em seu universo é sobre ela. Com um ritmo um pouco mais agitado, mas que ainda mantem uma delicadeza, essa música trouxe pra mim sentimentos de um romance de verão. Poderia ouvir ela com a pessoa que eu gosto, sentada em um parque ao pôr do sol (a fic ta pronta na cabeça da redatora!).
No short de ‘Move Mood Mode’ podemos ver um Taeyong todo apaixonado, exatamente como ficamos quando não conseguimos parar de pensar naquela pessoa de quem gostamos.
Voltando para um ritmo mais focado no rap, ‘Virtual Insanity’ se tornou minha favorita de cara! Assim como no short feito pra ela, a letra é uma confusão, que na minha opinião, deve fazer referência às múltiplas informações que recebemos todas ao mesmo tempo por estarmos conectados à internet e diversas tecnologias no dia a dia. Como se pilhas e pilhas de informações fossem jogadas na gente à cada segundo e precisamos digerir tudo aquilo. Não sei se de fato era isso que Taeyong queria passar, mas foi a sensação que me deu ao ler a letra da música.
Provavelmente a música que eu mais aguardava no álbum era ‘Ruby’. Ela leva o nome da cachorrinha que o Taeyong tinha e que vez ou outra ele comenta, afinal foi um animal de estimação que marcou muito a vida dele e que ele sentiu muito quando se foi.
À primeira vista, vendo a letra dessa música, parece que é só mais uma música de amor que fazem juras e promessas, mas por já conhecer a história de Taeyong com Ruby, algumas vezes tive a impressão de que a letra seria como se Ruby estivesse falando com o Taeyong, ou até mesmo, em algumas partes, Taeyong estivesse falando com Ruby. No final, não deixa de ser uma música linda e carregada de sentimentos, assim como o short feito para ela (tirando a parte que ele é meio que abduzido pra tocar o rubi kkkk).
A penúltima música é ‘404 File Not Found’ e confesso que ela me deixou um pouco perdida. Primeiro a melodia, que traz um tom mais melancólico, mas com frases cantadas em um tom de rap mais forte. Depois vem o short, que volta para a estética em desenho animado e é basicamente o Taeyong com o chão ruindo e ele caindo. Mas depois, com a letra, tudo começa a fazer mais sentido. A sensação que eu tive, lendo a letra, foi confusão. Parece que a pessoa está se sentindo confusa e com diversos sentimentos, como se quisesses fazer tudo, mas ao mesmo tempo não quisesse nada. Como se ela estivesse vendo seu chão ruir e estivesse buscando formas de evitar isso, mas também estivesse cansada, só querendo abrir mão de tudo.
O álbum é fechado com chave de ouro com a música ‘Back to the Past’, que tem um ritmo bastante gostoso, trazendo novamente o lado rapper do Taeyong. A letra faz menção ao que parecem ser memórias de uma infância um tanto conturbada, de uma criança que parecia ser bem complicada. Não sei se isso é algo que representa a infância do próprio Taeyong, pois lembro dele comentando que era uma criança encrenqueira e que deu certo trabalho para seus pais, mas não acho que seja na intensidade em que os fatos são narrados na letra música. Mas não podemos negar que é interessante, ainda mais quando vemos o short, pois apesar da melodia ser algo tranquilo e gostosinho, o vídeo retrata esse “passado sombrio” em forma de chuva, como um momento de tempestade que chega e passa.
Depois de analisar o álbum inteiro, tive a sensação de que as músicas se completam. Muito além de mostrar metáforas exageradas do que Taeyong é, como vemos em Shalala, as músicas se aprofundam ainda mais mostrando faces reais de qualquer pessoa. O lado egocêntrico, apaixonado, triste, confuso, depressivo, nostálgico, entre outros, que todos temos dentro de si.
Mas e para você, o que o debute do Taeyong fez você sentir?
E não deixa de contar pra gente qual foi sua música favorita!